A Polícia Civil encaminhou à Justiça o quinto inquérito deste ano sobre crimes de concussão na cidade. O caso envolve um médico de Porto Alegre e sua secretária, acusados de cobrar R$ 11.000 de uma paciente por uma cirurgia que já estava agendada gratuitamente pelo SUS.
Segundo o delegado William Garcez, a vítima foi coagida a pagar pelo procedimento particular durante um atendimento na rede conveniada. Por atuar via convênio público (CISA), o médico é equiparado a funcionário público e pode pegar de 2 a 12 anos de reclusão.