O alto preço do óleo diesel e a falta de adequação na tabela mínima do frete podem acarretar em nova greve da categoria dos caminhoneiros. A paralisação é defendida por sindicatos e representantes da categoria.
Já o ex-caminhoneiro Fabinho que é de Santa Rosa e atualmente trabalha no Ministério da Cidadania, diz que o movimento é liderado por um grupo de pessoas e entidades que perderam espaço nas reuniões porque costumavam tumultuar o ambiente. Fabinho acrescenta que essas pessoas acabaram se unindo com a CUT que é ligada aos partidos de esquerda, para tentar desgastar o Governo.
Fabinho frisou que não acredita em greve, pois frisa que o governo fará publicação da resolução do CIOT no dia 17 de dezembro.
Atualizada às 13h30