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01/11/2017 | 06:15 | Notícias | Educação

Governo diz que greve representa setores partidários, não categoria dos professores

Ao radicalizar e manter a greve, o Cpers se divorcia ainda mais da sociedade gaúcha. É triste, mas é a realidade.


A verdade é que grupos radicais, ligados ao PT e ao PSOL, estão por trás da decisão de esticar uma greve que extrapolou os limites, colocando em risco o ano letivo - ou seja, prejudicando estudantes e suas famílias.

A greve tem cada vez menos adesão. Não representa a categoria dos professores, mas apenas setores militantes e engajados politicamente.

O governo fez tudo o que podia: pagar antes os salários de quem ganha menos, propor indenização dos servidores pelo atraso, sinalizar o momento em que os salários deverão ser pagos em dia novamente e retirar de tramitação na Assembleia Legislativa uma proposta de emenda à Constituição (PEC).

Fez inúmeras reuniões, falou sempre a verdade, avançou nas propostas. As saídas estavam postas. O Cpers escolheu isolar-se.

As pautas do Cpers desta terça-feira (31) não trazem nenhuma menção ao aluno. Em vez disso, aparece até solidariedade a movimento anarquista. Onde isso vai parar?

Restou apenas uma luta eleitoral, que não tem o mínimo interesse na educação pública do Rio Grande do Sul. Não é isso que a sociedade quer, nem mesmo os professores. As dificuldades existem, mas não é desse modo que vamos superá-las.

O governo lamenta o uso da Educação e do sindicalismo para fins políticos. Continuará dialogando, mas tendo como foco o aluno.

Os professores têm visão crítica e independência. O governo pede que voltem às aulas para que possamos continuar evoluindo. O Rio Grande precisa de todos.

Fonte: Assessoria de Comunicação